Cientistas anunciaram dois novos casos de pacientes que apresentaram remissão prolongada do HIV após transplantes de células-tronco. Com isso, o número de pessoas no mundo consideradas casos de possível cura da infecção subiu para 13.

Os pacientes deixaram de apresentar sinais detectáveis do vírus depois de passarem pelo procedimento, que foi realizado originalmente para tratar doenças graves do sangue. Segundo os médicos, ambos estão há mais de um ano sem usar medicamentos antirretrovirais e seguem sem evidências de retorno do HIV.

Apesar do avanço, especialistas alertam que ainda não é possível afirmar que os casos representam uma cura definitiva. O transplante de células-tronco é um procedimento complexo, com riscos elevados, e não é indicado como tratamento convencional para pessoas que vivem com HIV.

Os pesquisadores explicam que esses casos ajudam a entender melhor como o vírus pode ser eliminado ou controlado pelo organismo. Eles também podem contribuir para o desenvolvimento de novas terapias, mais seguras e acessíveis no futuro.

Atualmente, a maioria das pessoas com HIV controla a infecção com medicamentos antirretrovirais. Esses remédios permitem uma vida saudável e reduzem a transmissão do vírus quando o tratamento mantém a carga viral indetectável.

Nathan López Bezerra

Formado em Publicidade e Propaganda pela UFG, Nathan começou sua carreira como design freelancer e depois entrou em uma agência em Goiânia. Foi designer gráfico e um dos pensadores no uso de drones em filmagens no estado de Goiás. Hoje em dia, se dedica a dar consultorias para empresas que querem fortalecer seu marketing.

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